A vida é uma festa.Estamos aqui a passeio, de férias, as quais por vezes problemas ocorrem, mais que normalmente resolvemos, afinal devemos aproveitá-la ao máximo, amar e sofrer de amor, rir, chorar, gritar, cantar, aprender e desaprender....tudo!
Quem me ensinou isso?! O nome dela é Emiliana Aparecida Duarte Bráulio, minha vó materna, que se encontra em estado grave no CTI.
Já chorei muito, e ainda choro, por saudades de uma pessoa com a qual sempre convivi e que me criou, pois meus pais sempre trabalhavam, logo vóvó tava lá cuidando dessa pestinha...acredito que teve vezes que ela pensou "Essa vai ser difícil de criar, vai ser quando crescer uma mulher impulsiva e geniosa!".Bom num deve ter sido me criar mesmo não....fui o ó sempre....até fugir de casa eu já fugi quando pequetita,já a parte de quando eu crescesse...parecia uma profecia que ela fez, sim impulsiva e com um gênio que quando não seguro sai de baixo...igualzinha a ela!
Descobri que tenho muito da minha vó, o gênio( apesar do meu ser dez vezes pior),o jeito de agir, de pensar,a pela bonita( viva o DNA!),e puxei depois de certo tempo a vaidade, marca registrada de Miluquinha para os intimos.Sempre bem vestida. procurando se maquiar o melhor possível, já que sempre teve pouca visão, ficar o mais linda possível...sempre conseguiu.
O quanto ela me ajudou na minha vida é impossivel de falar.É muita coisa, até em trabalho de faculdade sobre divas da rádio, na qual ela me dava os nomes e eu procurava enquanto ela cantava as músicas e contava casos da vida naquela época...ahhhh as histórias, claro que o fato dela e de meu vô serem protagonistas da história-vôvô levou Jango pro exílio-é super legal, adorei o depoimento dela sobre como tudo aconteceu,afinal sou uma historiadora, mas desculpem se prefiro mil vezes as estórias de branca de neve, joão e maria e chapeuzinho vermelho que ela contava qndo eu era criança!
Sempre acreditou em mim, quando ninguém mais acreditava, sempre me apoiou em momentos dolorosos da vida, quando não tinha ninguém pra me dar colo, ela deu!Me defendeu de injustiças e malidicências, mesmo sabendo que eu me defenderia sozinha, ela comprava a minha briga.
Eu e meu irmão fomos bem criados e educados,tenho certeza disso.Há frases que nesses dias estamos sempre lembrando...-Lucas quanto foi o futebol?-, -Quem gostava muito de desenho era o Armando, a Thaynná puxou ele Denise, vive vendo desenho e cantando as músicas!-, -Vontade de comer um doce, vamo na padaria?-,-Denise, a Thaynná ta acordada até agora fazendo trabalho e estudando, e o Lucas ta jogando no quarto dele.
Vamos sentir mais saudades do que já sentimos, mas é assim né? A vida é assim, é ganhar, mas é perder também...temos que saber perder do mesmo jeito que sabemos ganhar.
Vó, te amamos mais do que a senhora um dia imaginou, a senhora vai ser sempre importante pra gente, porque se um dia eu tiver filhos e uma for menina, vou fazer o mesmo remédio que a senhora me ensinou pra cólica, vó contar as mesmas estórias, e cantar as mesmas músicas( só que desafinada, ao contrário da senhora....).
Love you so much!
Beijos da gente, Lucas, sua filha Denise, seu genro(que vcs se davam até bem agora =D) Ronaldo, Thaynná, e até mesmo uma lambida do Freud, que tá numa tristeza que só vendo, e ele eh um cachorro!!!!!
Beijos aos meus amigos que me ajudam nessa hora triste, e um beijo pro Cristian, que me ajudou mesmo precisando de ajuda e eu longe sem poder fazer algo, você é ótimos, e sei que vai superar tudo!!!!
Adoro vocês amigos!
Au Revoir...
Quem me ensinou isso?! O nome dela é Emiliana Aparecida Duarte Bráulio, minha vó materna, que se encontra em estado grave no CTI.
Já chorei muito, e ainda choro, por saudades de uma pessoa com a qual sempre convivi e que me criou, pois meus pais sempre trabalhavam, logo vóvó tava lá cuidando dessa pestinha...acredito que teve vezes que ela pensou "Essa vai ser difícil de criar, vai ser quando crescer uma mulher impulsiva e geniosa!".Bom num deve ter sido me criar mesmo não....fui o ó sempre....até fugir de casa eu já fugi quando pequetita,já a parte de quando eu crescesse...parecia uma profecia que ela fez, sim impulsiva e com um gênio que quando não seguro sai de baixo...igualzinha a ela!
Descobri que tenho muito da minha vó, o gênio( apesar do meu ser dez vezes pior),o jeito de agir, de pensar,a pela bonita( viva o DNA!),e puxei depois de certo tempo a vaidade, marca registrada de Miluquinha para os intimos.Sempre bem vestida. procurando se maquiar o melhor possível, já que sempre teve pouca visão, ficar o mais linda possível...sempre conseguiu.
O quanto ela me ajudou na minha vida é impossivel de falar.É muita coisa, até em trabalho de faculdade sobre divas da rádio, na qual ela me dava os nomes e eu procurava enquanto ela cantava as músicas e contava casos da vida naquela época...ahhhh as histórias, claro que o fato dela e de meu vô serem protagonistas da história-vôvô levou Jango pro exílio-é super legal, adorei o depoimento dela sobre como tudo aconteceu,afinal sou uma historiadora, mas desculpem se prefiro mil vezes as estórias de branca de neve, joão e maria e chapeuzinho vermelho que ela contava qndo eu era criança!
Sempre acreditou em mim, quando ninguém mais acreditava, sempre me apoiou em momentos dolorosos da vida, quando não tinha ninguém pra me dar colo, ela deu!Me defendeu de injustiças e malidicências, mesmo sabendo que eu me defenderia sozinha, ela comprava a minha briga.
Eu e meu irmão fomos bem criados e educados,tenho certeza disso.Há frases que nesses dias estamos sempre lembrando...-Lucas quanto foi o futebol?-, -Quem gostava muito de desenho era o Armando, a Thaynná puxou ele Denise, vive vendo desenho e cantando as músicas!-, -Vontade de comer um doce, vamo na padaria?-,-Denise, a Thaynná ta acordada até agora fazendo trabalho e estudando, e o Lucas ta jogando no quarto dele.
Vamos sentir mais saudades do que já sentimos, mas é assim né? A vida é assim, é ganhar, mas é perder também...temos que saber perder do mesmo jeito que sabemos ganhar.
Vó, te amamos mais do que a senhora um dia imaginou, a senhora vai ser sempre importante pra gente, porque se um dia eu tiver filhos e uma for menina, vou fazer o mesmo remédio que a senhora me ensinou pra cólica, vó contar as mesmas estórias, e cantar as mesmas músicas( só que desafinada, ao contrário da senhora....).
Love you so much!
Beijos da gente, Lucas, sua filha Denise, seu genro(que vcs se davam até bem agora =D) Ronaldo, Thaynná, e até mesmo uma lambida do Freud, que tá numa tristeza que só vendo, e ele eh um cachorro!!!!!
Beijos aos meus amigos que me ajudam nessa hora triste, e um beijo pro Cristian, que me ajudou mesmo precisando de ajuda e eu longe sem poder fazer algo, você é ótimos, e sei que vai superar tudo!!!!
Adoro vocês amigos!
Au Revoir...
Dois momentos diferentes e importantes(tinha mais foto mas o scanner ta de tpm....)


Uma das características do sistema junguiano, é que ele se baseia em vários autores. O filósofo Immanuel Kant aplicava em sua teoria o conceito de “conhecimento a priori”, algo que o indivíduo herda de seus antepassados. Um exemplo está na infância: muitos pais têm a impressão que seus filhos já nasceram, por exemplo, sabendo mexer no computador. Na primeira temporada da série, Olivia afirma que sempre foi boa com números. Esse é o conhecimento prévio do qual se trata; como se um pen drive contendo informações fosse passado de geração para geração, e que fosse possível acessar estes dados. Jung então vem a utilizar esse conceito, que irá fazer parte da concepção da realidade subjetiva, algo largamente propagado por Fringe. Outro conceito importante para entender essa relatividade é o de arquétipo. Ele corresponde a uma visão pré-concebida de símbolos, como o da Grande Mãe (aquela pessoa carinhosa, que cuida e estimula). O arquétipo vem daquela mesma informação “dos antepassados”. É uma forma inicial, uma ideia a qual cada um irá preencher de acordo com as pessoas que venha a conhecer e com a sua experiência de vida. Sempre há alguém que podemos representar como o Velho sábio, o Herói, a Virgem. Em Fringe, notamos os arquétipos recorrentes de personagens, como Walter, no papel do cientista louco.












